Perguntas Frequentes

  • Como posso ajudar?
    É deveras bem-vindo a ajudar-nos com a sua advocacia ao Paraisismo.

    • Pode ajudar-nos ao ser mais visível e aumentar o impacto usando as redes sociais como o Facebook, Twitter e Youtube. Ponha links para a página paradism.org no seu mural, blogs e websites tanto quanto possível use as funcionalidades “gosto”, “partilhar” e “comentar”. As redes sociais são uma maneira muito fácil e poderosa de espalhar novas ideias como o Paraisismo.

    • Contacte o seu gerente local. Clique aqui.
      O movimento para o Paraisismo está representado em cada continente. Ações e encontros poderão ser organizados próximo de onde vive.

    • Visite regularmente o site do Paraisismo, pois novos conteúdos são acrescentados todas as semanas.

    • Eleve o seu conhecimento sobre o Paraisismo, a fim de poder informar outros com confiança

    • Seja apaixonado e entusiasmado pela visão paraisista do futuro e comunique o seu entusiasmo a outros.

    • Apoie partidos políticos que adotem o Paraisismo no seu programa.

    • Participe nos protestos mundiais para uma mudança na sociedade e promova as ideias paraisistas nos debates e discussões que ocorrem. Contacte o responsável local por materiais promocionais.

    • Boicote os principais meios de comunicação social que são controlados pela elite no poder, cujo objetivo é fomentar o medo e as divisões entre as pessoas, para que estas sejam mantidas no status quo. Escolha um meio de comunicação alternativo e encoraje os outros a fazer o mesmo.

    • Desenvolva um sentimento de unidade. Desfaça-se de tudo o que nos separa (nacionalismo, racismo, fanatismo, intolerância, preconceito) e sinta-se conectado com todas as pessoas da Terra. O paraíso não pode ser construído sem a existência de um amor e fraternidade universais entre todos os seres.
  • Porque é que a sociedade sem trabalho nem dinheiro é inevitável?
    As máquinas trabalham melhor, mais rápido e com menos custos que os seres humanos, que irão continuamente e cada vez mais rapidamente ser substituídos. Isto irá levar ao fim do trabalho.

    Para evitar as revoltas de uma massa crescente de desempregados vivendo na austeridade, a sociedade terá que lhes providenciar a qualidade de vida resultante dos ganhos do aumento de produtividade.

    O fim do dinheiro virá um pouco mais tarde, quando a nossa tecnologia for capaz de criar a abundância de bens e serviços que usamos.

    Mesmo sendo o paraíso na Terra algo inevitável, o caminho para lá chegar pode ser bastante doloroso. O Paraisismo dirigirá a sociedade pelo caminho da menor resistência e sofrimento.
  • Se não há prisão nem polícia, como lidamos com os criminosos?
    O Paraisismo irá instalar uma sociedade igualitária. Quando tudo é livre e todo mundo desfruta da mesma qualidade de vida, não há razão para roubar e tirar a propriedade de alguém.
    A criminalidade será muito reduzida e causada apenas por uma pequena minoria de pessoas com problemas mentais.
    As prisões são lugares que agravam o problema que se deveria corrigir. Alguém que é agressivo é alguém que sofre. Pessoas violentas serão enviadas para hospitais ou centros de saúde onde receberão o tratamento e o amor de que eles necessitam para superar a sua deficiência ou doença.
    Pode-se também lembrar que a humanidade tem vivido a maior parte da sua história sem qualquer prisão ou polícia. Há muito a ser reaprendido através da forma natural de vida dos nossos ancestrais tribais.
  • Qual é a diferença entre Paraisismo e economia “baseada em recursos”?
    O Paraisismo foca-se numa supressão completa do trabalho e da sua substituição por robôs, o que leva à eliminação do dinheiro. Com o Paraisismo não haverá mais economia, uma vez que não haverá mais dinheiro.

    A nossa tecnologia será modelada ao funcionamento da Natureza, para que tudo seja feito abundante e renovável. Isso inclui todos os nossos recursos que podem ser criados e reciclados indefinidamente.
    Quando tudo for abundante, graças a uma tecnologia sustentável, não haverá mais necessidade de uma gestão poupada dos recursos.
    A economia só existe em sociedades em que há escassez.

    O dinheiro nem será necessário para distribuir adequadamente os bens e serviços. Supercomputadores irão tomar conta da sua produção e distribuição. Toda a gente será servida por robôs completamente dedicados a eles. Tudo o que será necessário é que as pessoas expressem as suas necessidades aos robôs e supercomputadores para que estes lhes respondam devidamente.
  • Como sugere que se resolva a crise mundial atual?
    O sistema monetário irá colapsar, o que é muito desejável. Irá resultar numa moeda única e num único governo mundial*. Isto é a cura e a fase transitória necessária antes de ser criado um planeta sem dinheiro nem governo.

    Ter colocado a criação de dinheiro nas mãos de um grupo pequeno de pessoas permitiu-lhes criar à sua vontade as expansões e recessões económicas que lhes foram necessárias para aumentar o seu poder de controlo. Nunca houve falta de dinheiro para financiar guerras nem demasiada dívida para escravizar as pessoas e as nações.

    A criação de uma moeda única sob o controlo de uma administração mundial terá o mesmo efeito que uma transfusão de sangue num corpo moribundo. Será o abrir de uma porta que manteve a humanidade de realizar os seus sonhos.

    Não haverá mais falta de dinheiro para financiar os projetos. A única limitação será a questão de que se valerá a pena o gasto de tempo e energia.

    As prioridades são bastante evidentes: acabar com a pobreza, reparar a Terra, desenvolver e implementar as tecnologias que livrarão a humanidade do trabalho.

    Uma outra prioridade importante será a eliminação de grandes poderes e impérios que ameaçam a segurança mundial. O planeta será muito mais seguro com estados pequenos unidos numa federação mundial.


    *A palavra “governo” não é a mais apropriada quando se fala no futuro governo mundial. Este governo não irá controlar ou governar as pessoas. Irá simplesmente administrar, tratando do fornecimento de dinheiro, energia, recursos, etc... Dever-se-ia utilizar ao invés a expressão “administração mundial”, uma vez que irá gerir a Terra, não governar as pessoas.
  • Não é perigoso ser administrado por supercomputadores?
    Os supercomputadores irão servir-nos, não governar-nos.
    Para fazerem decisões como construir pontes, estradas, escolas, carros, computadores, etc.. É preferível deixar este tipo de decisões aos supercomputadores, do que deixar um político fazê-lo, cuja opinião pode ser seduzida por interesses privados.

    Calculadoras poderosas poderão prever qualquer escassez e alocar os recursos onde e quando serão necessários, muito melhor que qualquer ser humano.

    As máquinas inteligentes são como escravos que são programados para nos servir, e a sua única preocupação é a felicidade e o bem-estar dos seus senhores.
  • News Articles

    • Novembro 21, 2012
      Michio Kaku explica como a impossibilidade de produzir em abundância levou todas as utopias ao falhanço total. O replicador, a máquina final que conseguirá criar qualquer objeto, átomo por átomo, está finalmente prestes a mudar essa realidade.
    • Novembro 3, 2012
      Não estamos feitos para sermos agressivos e egoístas. Na verdade estamos feitos para sentirmos empatia uns pelos outros. Somos seres sociáveis procurando se adaptar, amar e ser amados.

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